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sábado, 3 de setembro de 2011

Um camelô na Cinelândia... Pensa: E agora? O que fazer???

Olá Subprefeito,
Ontem percebi o olhar vago e distante do Seu Geraldão (José Geraldo), que tem uma banquinha de doces na Cinelândia. Diante da chocante imagem, perguntei: "Tá preocupado Seu Geraldão"? Ele responde com triste e sombrio semblante: "Pior que tô, cara"... Aquilo me cortou o coração. Quando foi hoje pela manhã, o cara que vende côco e que tem, autorização provisória para funcionar, e como ele e outros, está na corda bamba, estava comentando com o Jorge da banca: "Pior que o Geraldo tem seis famílias que dependem diretamente dessa barraca"! Isso me deu outra pancada no coração. Assim como Seu Geraldão, que é boa pessoa e até alegre, tem tal preocupação, sei que muitos outros também têm, e estão na mesma situação ou até pior. Reconheço que a Prefeitura tem sofrido pressão da Copa e Olimpíada pra "limpar" a área. E acho que realmente é necessário. O único problema, é que essas pessoas, têm suas mercadorias apreendidas, sem muita chance de recuperação, e muito menos nenhuma alternativa oferecida pela Prefeitura. É muito fácil "limpar" as ruas friamente, sem ligar, se são pessoas ou qualquer outra coisa. Imaginem que um pai de família com mais de 30 anos de luta-guerra pra se manter e manter os seus, vê que tudo desmoronará de uma hora pra outra. Sei que vocês tem que agir sem sentimentalismo, necessário para tais ações. Mas fazer isso é fácil quando não se está na pele do outro. E agora? Quem irá pagar as contas das seis famílias que vivem daquela barraca? Qual a perspectiva? O que fazer, Seu Geraldão, para sustentar emergencialmente, por exemplo, o filho recém nascido, com os cuidados necessários a tão frágil fase? Muitas indagações que provavelmente a Subprefeitura não tem o menor interesse em responder. Mas que causará grande impacto nas vidas dessas pessoas. O Brasil, é incoerente, pois costuma ignorar que está jogando no ralo, empreendedores em potencial. Falta inteligência a nossas autoridades, pra perceber que essas pessoas movimentam a economia e poderiam produzir muito com suporte do governo pra que viessem para legalidade. Abram a mente. Governos passam, mas as cicatrizes das feridas abertas por suas ações, jamais deixam de ser visivelmente marcadas na pele das suas "vítimas". Falta inteligência pra Prefeitura. Esses empreendedores poderiam ser aproveitados pelo órgão de autoridade máxima do município, dentro da legalidade. Na geração de impostos, empregos e a movimentação da economia. Falta inteligência. Quais alternativas oferecerão a esse pai de família, que como outros, agora se pergunta... "O que vou fazer? O que vou fazer"? Pense nisso Subprefeito. Pense nisso. Pense nisso. Pense nisso.

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