Me plageie, mas não estoure nacionalmente...
O crítico não morreu!!!
Fique à vontade se quiser copiar minhas criações, ganhar dinheiro com elas... Faça o que bem entender. Mas se eu ficar sabendo, o que acontecerá se estourar a nível nacional, que está faturando em cima das minhas palavras sem minha devida autorização, adianto-lhe que não precisarei da justiça, a minha própria inspiração tomará conta de você. E aí... Meu poder investigativo entrará em ação, e a sua reputação vai simplesmente desaparecer. Custará muito caro me copiar! Temos muitos plagiadores na Internet que se aproveitam de obras alheias. Tome cuidado ao se apropriar das minhas. Se tiver alguma dúvida, é só dar uma olhada nos meus textos criticos que estão publicados aqui mesmo.
Obs.: Esse recado é pra quem pretende lucrar em cima do meu Trabalho sem que eu saiba, mas pode copiá-los e usá-los domesticamente, e dar a quem quiser.
Obs.: Esse recado é pra quem pretende lucrar em cima do meu Trabalho sem que eu saiba, mas pode copiá-los e usá-los domesticamente, e dar a quem quiser.
Plagiarize me, but dont stay high around nation...
The critic didnt die!!!
Be at home if you want to copy my creations, earn money by them... Do whatever you want. But if Ive known that it got around nation and earning money by my words without my authorization. I must say its not nessessary the justice, just my own inspiration that goes through you. Then... My power of investigation will be in action and your reputation will simply disappear. You will pay so so much if you copy me! We have many plagiarizers at internet who get others works. Be careful if you use mine. If you have any doubt, just take a look at my critic texts that are published here.
P.S.: this message is for a person who wants to earn money by my work without my permission, but you can copy them and use them domestically, and send to anybody you want.
Carlos de Albuquerque
Tradução: Claudia Dantas cacaudantas@yahoo.com.br
Um aviso inútil no banheiro da Biblioteca Rodolfo Garcia, na pasmem! Academia Brasileira de Letras...
Há mais ou menos, 2 meses, comecei a acessar de1 a 2 horas de internet gratuitamente, aqui na Biblioteca Rodolfo Garcia, na Academia Brasileira de Letras (o site da Rodolfo você acha no link da Academia)... Estou, aliás atualizando meu site aqui, de Segunda a Sexta. Nos primeiros dias não vi motivos anormais de inspiração para escrever algo e finalmente, depois de 3 meses de Rio de Janeiro, redigi o meu primeiro texto, assinado: Rio de Janeiro - RJ - Brasil. Afinal, não escrevo apenas por escrever, preciso de algo que me mova a tal. Tenho vários temas guardados na minha mente, mas espero o momento de me sentar para colocá-los no computador. Mas enfim.
Há mais ou menos, 2 meses, comecei a acessar de
Por incrível que pareça o primeiro tema de inspiração carioca vem do banheiro masculino daqui da biblioteca. É incrível, mas apesar de vários avisos bem legíveis dentro dos limpos e bem cuidados WCs, há pessoas que parecem propositalmente ou não ignorá-los totalmente. Quase todo dia vejo papel higiênico dentro do vaso sanitário. E o pior é que o aviso diz: Prezado Usuário - Favor não jogar papel no vaso e educadamente, como é de se esperar numa biblioteca, finaliza dizendo: Obrigado. Mas como é inútil... Gasta-se papel, tinta de impressora, tempo, para simplesmente ser ignorado.
Hoje, depois de, em várias outras ocasiões ver o vaso cheio de papel, e num dia atrás, o transgressor, ainda encher a pia também de papel-toalha, tomei aquele susto indignado ao encontrar praticamente um rolo de papel boiando nas águas do recebedor das mal cheirosas excreções. Deu até um pouco de trabalho para descer. Foram 2 descargas um pouco demoradas para que o inconveniente fosse embora.
Claro que não é atitude privilegiada daqui, mas era de se esperar que num ambiente público que costuma ter, na sua maioria, freqüentadores das Classes A e B, que costumam incrementar seus currículos nas melhores Escolas, Faculdades públicas e particulares no Brasil e no Exterior, terem no mínimo, o básico do que manda a etiqueta da educação.
Mas penso que é uma questão de princípios e principalmente, orientação educacional familiar. Por que digo isso? Porque, nos 12 anos e meio que passei na Bahia, 10 deles em Salvador, fui integrante do grupo VILAVOX do Teatro Vila Velha, no qual participei em 3 espetáculos: Material Fatzer, Trilhas do Vila e Almanaque da Lua de 2001 a 2003, e na ocasião, tive a oportunidade de visitar a casa de um dos integrantes do grupo, pertencente à classe média alta. Dormi lá para fazer um trabalho. Ele sempre simpático, me mostrou onde ficaria na casa naquela noite, e também me mostrou o banheiro, e explicou: Olha Carlos, se você precisar usar o sanitário, pode jogar o papel no vaso mesmo! Foi com surpresa que ouvi sua orientação, pois nunca tinha sido ensinado lá em casa, em Ceilândia - Brasília - DF, e mesmo em outras residencias que visitei, dormi e etc, esse tipo de instrução. Então, devido a educação que eu costumava seguir, indaguei: mas não entope, não? Ele disse: não, pode jogar aí mesmo que desce sem proplemas pelo esgoto. Ah! Tá! Tudo bem... Assim segui o que me foi instruído. Detalhe; o papel era de boa qualidade e bem fino, então realmente não havia problema de entupimento.
Conclusão: penso que o tal transgressor, age dessa maneira, não por maldade ou para passar a mensagem de que não gosta de cumprir ordens, ou mesmo para irritar as pessoas responsáveis pela limpeza do ambiente. Até porque ele mesmo pode chegar num momento de aperto urgente e se confrontar com os sanitários entupidos, e/ou ser flagrado entupindo o vaso com sua irracional atitude! Imagino, que é uma questão de princípio familiar enraizado nas entranhas das famílias de alta classe! Um paradoxo, pois esse tipo de orientação era mais comum de se esperar, nas menos abastadas, menos educadas, menos instruídas, por precariedade do ensino, e principalmente, pela ignorância herdada de muitas pessoas despreparadas para o convívio humano, dentro das classes menos favorecidas.
Incrível! Mas é inaceitável, que um princípio básico de educação seja de forma tão banal menosprezado, e por consequência, entopindo o companheiro que dá sumiço às nossas intragáveis excreções. Será que a Classe A e B, por esse simples exemplo de transgreção, é capaz de lançar luz sobre um comportamento "comum" entre os ricos do país? Não acredito. Prefiro acreditar que é uma falha de caráter do futuro profissional endinheirado, que provavelmente engrossará a já insuportável malha de funcionários públicos e privados, cheios de diplomas, mas só isso. Por isso que dizem, que educação já vem de berço! Mas será?
Carlos de Albuquerque
Rio de janeiro-RJ, 11 de maio de 2010